Escrevo sobre literatura, sociedade e as pequenas inquietações do mundo.

Aqui você encontra textos sobre amor, perdas, recomeços e situações do cotidiano que fazem parte da vida real. Escrevo de forma simples e direta, buscando dar forma a sentimentos e experiências que muitas vezes são difíceis de colocar em palavras. Também gosto de fotografar. Registro momentos do dia a dia, detalhes simples e cenas que me chamam à atenção, sem intenção de transformar tudo em algo perfeito, mas apenas de guardar o que vejo.
O Passeio
Sempre que a oportunidade bate à porta e o corpo responde com disposição, eu atendo. Saio. Procuro a natureza. Houve tempo em que isso era constante – quase rotina. Mas nos últimos dois anos, confesso, essa prática foi ficando apagada. Ainda assim, quando volto é sempre o mesmo reencontro. A natureza não guarda rancor. Ela simplesmente está ali, esperando, e nos devolve a algo que esquecemos de que éramos. Conecta. Não somente com árvores ou montanhas – conecta com a gente mesmo, com aquela versão nossa que não precisa de justificativa para existir. O caminho, é verdade, nem sempre é fácil. Há alturas a subir, e o corpo logo avisa: a pressão nos ouvidos, as dores nas pernas, o cansaço que não passa despercebido. Mas talvez seja justamente isso – o esforço, a dificuldade – que prepara o terreno para o que vem depois. No final, quando enfim se senta, vem a recompensa. E não é só vista, não é apenas uma foto. É um sentimento. O mundo, ali, naquele instante, parece tão bonito e tão perfeito que acalma.

Maio, 2026
A Força do Sol

Era uma vez uma pequena cidade onde vivia um homem muito solitário. O silêncio da casa era tão grande que, todas as noites, ele olhava para o céu desejando encontrar alguém que preenchesse o vazio do seu coração.
Sua avó, uma senhora muito conhecida e respeitada na cidade, sofria ao vê-lo triste. Então decidiu procurar, por toda parte, alguém que pudesse amá-lo de verdade.
Certa noite, enquanto rezava, teve uma revelação sobre onde encontraria essa moça.
Na manhã seguinte, antes mesmo do nascer do sol, saiu acompanhada de toda a família. Depois de uma longa caminhada, chegaram ao lugar indicado. Lá estava a jovem: vestida de branco, a cor que mais gostava, iluminada pela luz suave da manhã. A avó apenas a observou de longe. Nenhuma palavra foi dita. A moça ficou intrigada, sem entender por que aquela senhora tão importante parecia procurá-la.
Os dias passaram.
O neto finalmente ouviu falar da jovem que o amava. Curioso e esperançoso, partiu em busca de conhecê-la. Porém, ao chegar à cidade, ela não estava mais ali. Alguns já sabiam de sua chegada e tentaram lhe apresentar outra mulher. Não queriam perder a verdadeira moça, pois desejavam mantê-la perto deles.
Foi então que ele conheceu a outra mulher. Ele a chamou de Lua.
À noite, encontrava consolo em sua companhia. Conversava com ela sob a escuridão e, por um tempo, aquilo bastava. Mas, durante o dia, continuava procurando aquela jovem que a sua avó havia encontrado.
O tempo passou… e ele acabou se envolvendo com a Lua.
A verdadeira moça, chamada Sol, descobriu tudo. Seu coração se encheu de decepção. Ela percebeu que havia amado alguém que não soube reconhecê-la quando teve a chance. Então decidiu apagar aquele sentimento.
Algum tempo depois, um eclipse cruzou os céus e levou a Lua para longe.
O homem ficou sozinho outra vez.
Tentando corrigir seus erros, passou a chamar a Sol de “Solua”, como se pudesse unir as duas. Mas a Sol não gostou. Ela sabia, desde muito antes dele, que a Lua apareceria em seu caminho. Sabia também como toda aquela história terminaria.
Ele insistia. Fazia de tudo para ser perdoado.
Mas a Sol já não precisava mais dele.
A cada dia, brilhava com mais intensidade, mais forte e mais bonita. Até que encontrou, em outro planeta, um novo amigo para amar – alguém que admirava a sua luz.
Até que percebeu que não precisava apagar a própria luz para aquecer ninguém.
Então a Sol continuou brilhando – não por alguém, mas por si mesma.
E foi aí que entendeu: algumas partidas não são perdas, são espaço para a gente finalmente florescer.
Você já escolheu a si mesmo, mesmo quando doeu deixar alguém para trás?
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Entre o Querer e o Tempo Certo

Fiz o que era certo, silenciando por um momento o que eu queria. A vida tem dessas coisas: ela nos entrega o que precisamos, quando precisamos, e cabe a nós aceitar o ritmo do tempo dela..Sem dramas. A vida é bonita demais para prender-se ao que não foi. O que passou cumpriu o seu papel e me deixou o melhor presente: uma luz verde de esperança para clarear o quarto nos dias mais escuros. 💚

O Resgate da Maturidade no Debate
Vivemos tempos em que a diferença de opinião parece gerar mais conflito do que diálogo. Tenho a impressão de que estamos perdendo a capacidade de discordar sem transformar o outro em adversário.
Gosto de uma metáfora simples: eu posso gostar de uva, enquanto outra pessoa prefere limão. Nenhum dos dois está errado; apenas temos preferências diferentes. O problema surge quando a divergência deixa de ser vista como algo natural e passa a ser tratada como motivo para condenação.
Continuarei a gostar da minha “uva” e respeito quem prefere o “limão”. O essencial não é concordarmos em tudo, mas aprendermos a conviver com maturidade e respeito.
O Impacto da Tecnologia para a Sobrevivência

Um ponto importante: agilidade nas decisões
A evolução tecnológica não está apenas facilitando o dia a dia, mas também redefinindo a autonomia das nações. O cenário futuro aponta para uma divisão clara:
Grandes potências econômicas e com abundância de recursos tendem a se consolidar como os líderes globais incontestáveis, utilizando a tecnologia para fortalecer ainda mais sua soberania.
Nações de menor porte ou com menos recursos enfrentam o risco real de colapso econômico e dependência severa, a menos que adotem uma estratégia fundamental: a colaboração mútua.
O futuro, portanto, exigirá alianças estratégicas e cooperação internacional para que os players menores consigam sobreviver e competir nesse novo ecossistema digital.
Semana do Meio Ambiente

Junho, 2026


A natureza faz parte da minha vida e, por isso, considero fundamental refletirmos sobre a sua preservação. O meio ambiente não é apenas uma paisagem; é o nosso espaço e o único lugar que garante nossa sobrevivência. Ele nos fornece os recursos necessários para a vida e, sem ele, não estaríamos aqui. Durante a Semana da Conscientização, somos convidados a refletir sobre a importância de preservar a natureza e adotar atitudes sustentáveis no dia a dia. Cuidar do meio ambiente é cuidar de nós mesmos e das futuras gerações. Afinal, quanto mais verde houver, mais vida haverá.
Preparem a camisa verde e amarela, o coração e o grito de gol, porque o rumo ao Hexa começou e ninguém segura a nossa torcida! 🇧🇷💚💛💙

Andando ou Jogando?

A história do sol na minha vida

Desde criança, o sol faz parte do meu cotidiano. Todos os dias eu precisava ir até a calçada para tomar banho de sol – e, de alguma forma, essa rotina ficou gravada em mim. Até hoje, sempre que surge a oportunidade, eu paro um instante para sentir o calor e a energia que ele traz. Com o tempo, percebi que o sol não estava só no céu: ele aparecia também nos caminhos que eu escolhi. Meus dois primeiros trabalhos tinham o sol no nome, como se ele me acompanhasse silenciosamente, iluminando cada etapa. Por isso, quando chegou a hora de escolher um símbolo para o meu site, não tive dúvidas. O sol representa vida, movimento, clareza e renascimento. Representa a minha história. E agora, representa também este espaço que estou construindo.
E o mais curioso é que esses dois trabalhos aconteceram no Rio de Janeiro, uma cidade que respira sol. No fundo, percebo que ele sempre me guiou – desde a calçada da infância até aqui.
18 de junho de 2026
O Hexa Continua Vivo
Reforço aquilo que todo torcedor sente: a esperança pelo hexa continua.

O Brasil é a paixão, tradição e confiança.
Seguimos acreditando.

Força, Venezuela!
Fuerza, Venezuela!
Strength, Venezuela!

O Nosso Presente
O meu presente para ti não cabe em embrulhos.
É o amor que transborda,
é o meu coração aberto,
o meu sorriso que te procura,
o meu apoio que te sustenta,
o meu estar que te escolhe.
O maior presente que temos
É neste instante
o nosso tempo presente.

Junho de 2026
Este mês tive alguns aniversários de pessoas muito próximas. Fiquei realmente feliz ao ver cada uma delas comemorando. Eram datas que poderiam ter passado em branco, mas uma pequena pitada de motivação transformou momentos simples em algo alegre e especial. No fim das contas, não custa muito. O importante é investirmos na nossa felicidade e na das pessoas que amamos. Pequenos gestos criam memórias enormes.
As árvores são o único refúgio que a sombra me oferece no caminho.
Quando lembramos de jogadores como Neymar, Romário e Bebeto, percebemos como a tomada de decisão rápida sempre fez parte da identidade do futebol brasileiro.⚽🇧🇷
Seleção Brasileira: Vitória com Garra e Identidade
Parabéns à seleção pela vitória de hoje. Mais uma vez, o Brasil mostrou aquilo que sempre nos diferenciou: futebol jogado na prática, com raça, talento e entrega, não apenas na teoria. É esse espírito que contagia e faz o torcedor acreditar. A equipe vem evoluindo, e o caminho é esse – continuar com confiança, intensidade e coragem.
Uma pequena observação que pode fazer toda a diferença: é essencial ser rápido na tomada de decisão, especialmente na hora de fazer a bola andar. Não pode haver dúvida entre tocar para a esquerda, direita, frente ou atrás. O jogo brasileiro sempre brilhou quando a bola circula com naturalidade e ousadia. Lembrem-se da época de Romário e Bebeto, quando a decisão era instantânea e o ataque fluía com precisão. Essa agilidade é parte da nossa identidade. O Brasil tem talento, tem história e tem futuro.
Com determinação e velocidade nas escolhas, a seleção segue firme rumo a novas conquistas.
O Sonho que Escapou Antes do Apito
O Hexa não veio, e eu confesso que ainda carrego minhas dúvidas. Não sobre arbitragem, não sobre bastidores – mas sobre o que realmente aconteceu em campo. Às vezes me pego pensando se perderam porque não jogaram tudo ou porque parecia que alguém tinha desligado o brilho do time. Havia momentos em que os jogadores se moviam como quem atravessava um sonho pesado. Acordados, mas não totalmente ali. Talvez seja só impressão de torcedor ferido. Talvez seja só o cérebro tentando explicar o inexplicável, aquela sensação de que algo tirou o Hexa das nossas mãos.

Deus é amor e também fogo consumidor.
Nem Sempre Controlamos o Final

Entre todas as cenas do Titanic, a que mais me marcou foi aquela em que Rose é colocada no bote. Ela sempre chamou minha atenção pela emoção e pelo significado do momento. Ali, diante do caos, ela precisava decidir entre sobreviver ou permanecer ao lado de Jack – mesmo que isso significasse enfrentar o perigo, o noivo e todas as consequências de uma escolha que contrariava seu mundo inteiro.
Rose escolhe o amor.
Escolhe o risco.
Escolhe voltar.
E, ainda assim, perde Jack. Essa contradição revela algo profundo sobre a vida: nem sempre nossas escolhas garantem o resultado que desejamos. Às vezes, parece que decidimos…mas algo maior decide por nós. Circunstâncias, tempo, destino – forças que atravessam o nosso caminho e mudam tudo, mesmo quando estamos certos do que queremos. Rose não escolheu o iceberg.
Assim como nós não escolhemos muitos dos obstáculos que surgem no meio do caminho. Mas há algo essencial nessa cena, mesmo quando o mundo nos tira o controle, a escolha continua revelando quem somos.
Lançamento: Contos de Anila – Volume I chega em livro físico
Contos de Anila – 1 já está disponível também em livro físico!
É com grande entusiasmo que anunciamos que Contos de Anila – 1 já está disponível para compra! Além da versão digital (eBook), o livro físico também já está pronto para ser apreciado pelos leitores.

O que vem por aí?
No Volume 2, Anila descobrirá um segredo que sua mãe escondeu durante toda a vida: ela tem um irmão gêmeo, e ambos foram separados ao nascer.
Sobre a história
A verdade permaneceu escondida por anos, sufocada pelo silêncio cruel imposto pela própria família. Anila jamais foi aceita – não por falta de valor, mas por carregar o “erro” imperdoável de ter nascido mulher. Para aqueles que governavam os negócios da família, apenas um herdeiro homem merecia existir, e tudo o que fugisse desse destino era condenado à sombra, ao silêncio, ao apagamento.
Mas o que ninguém jamais poderia prever era que Anila nascera marcada por um dom raro: a sabedoria. Desde cedo, sua mente brilhava com uma inteligência feroz, e seu corpo carregava uma força e resistência que desafiavam qualquer expectativa.
Seu irmão gêmeo, porém, era o oposto absoluto – frágil, inseguro, sempre à procura de proteção. Escondia-se debaixo das saias das mulheres fortes da família, incapaz de sustentar o peso do legado que todos insistiam em colocar sobre os seus ombros.
Enquanto ele era tratado como o futuro, Anila era a verdade que ninguém queria enxergar: a herdeira mais capaz, mais preparada… e mais temida.
Prepare-se para uma história repleta de mistério, revelações e emoções.
📖 Contos de Anila – 1 já está à venda. Garanta o seu exemplar e embarque nesta fascinante aventura!
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Este livro é um conto rápido (leitura estimada em 20 minutos), perfeito para quem busca uma história instigante e dinâmica para ler de uma só vez. É o ponto de partida para o volume 2, que já está sendo escrito!
Garanta o seu exemplar e descubra o que espera por Anila além do portão.